Pastoral da Comunicação

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COORDENADOR: MAX LEONARDO ALVES DINIZ

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O que é a PASCOM?

“A Pascom é a pastoral do ser/estar em comunhão/comunidade. É a pastoral da acolhida e da participação, das inter-relações humanas, da organização solidária, do planejamento democrático, do uso dos recursos e intrumentos que facilitem o intercâmbio de informações e manifestações das pessoas no interior da comunidade e dasociedade”.
(Coleção Estudos da CNBB, 75 nº244)

Com os dois remos, necessários para tocar o barco que sobe a correnteza, a Pastoral da Comunicação deve desenvolver duas dimensões complementares; só assim, se manterá e chegará ao lugar certo.
A primeira dimensão é a busca de “integração” em favor da Pastoral de Conjunto na Igreja; a segunda, é a construção de uma relação “missionária” da Igreja com o mundo.
A Igreja é servidora; por isso, a Pastoral da Comunicação coloca-se como parceira de todos os que, pela comunicação, querem fazer uma sociedade mais solidária, justa e fraterna.

A comunicação não é apenas um meio para a solidariedade; é a primeira e mais básica manifestação de solidariedade.
A Pastoral da Comunicação, portanto, procura ajudar na integração da comunidade e, ao mesmo tempo, participar da ação da comunidade na sociedade, sempre sem perder de vista a construção do Reino a que somos chamados por Cristo.

O Perfil do Comunicador

“O Comunicador cristão, seja ele uma liderança religiosa, um Agente da Pastoral da Comunicação, um profissional da área ou um animador da comunicação no espaço educativo, deve apresentar um perfil psicopastoral em que se destaque:

    • Uma reconhecida capacidade de se relacionar, o que significa capacidade de manter institucionalmente o diálogo com as várias tendências presentes na comunidade e diocese, assim como capacidade de cultivar uma tolerância responsável.
    • Uma comprovada criatividade na descoberta de soluções para os problemasde comunicação com os quais tiver de lidar, buscando respostas novas e adequadas para situações igualmente novas.
    • Uma condição de visibilidade e de significabilidade, o que significa que o comunicador deve ser importante e significativo para a comunidade, pelo seu testemunho de coerência e tolerância, por sua transparência e sua capacidade de facilitar a todos que se expressem e se comuniquem. Cabe a ele garantir para o receptor o seu lugar de protagonista na comunicação de todas as fases do processo: planejamento, execução e avaliação.
    • Uma abertura para manter-se permanentemente em situação de aprendizagem, fato que levará oAPC a buscar permanente atualização nos campos da teoria e tecnologias da comunicação.
    • Enfim, uma profunda abertura para o exercício do diálogo, elemento essencial e específico do projeto cristão de comunicação”.

      (Estudos da CNBB, 75/226-232 – Ed. Paulus)


Fonte: Diocese de Guarulhos. Disponível em <http://diocesedeguarulhos.org.br/site/index.php/pastorais/dialogo/pastoral-da-comunicacao/> Acesso em 01.08.2014.

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